sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Há alguma lei que proiba conduzir e tirar fotografias?!
Não me lembro de haver...
E ainda bem!
Consegui umas belas fotos ontem!
E ainda bem!
Consegui umas belas fotos ontem!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Abriu a época da rinite
Eu estou enfiada na cama, cheia de sono, mas a debater-me para os manter abertos.
Quero acabar de ver este filme e não vou dormir antes disso.
Sou eu contra os medicamentos e a rinite.
Quero acabar de ver este filme e não vou dormir antes disso.
Sou eu contra os medicamentos e a rinite.
Mais um bocadinho assim e compro uma
Acho muito giro.
Adorei umas calças vermelhas que vi numa loja.
Mas achei, ah e tal não tem muito a ver comigo.
Mas que acho que são giríssimas... acho!
Qualquer dia, perco a cabeça e compro umas. Depois resta saber se as usarei... Mas isso são outros quinhentos, como diz a minha avozinha.
Mas achei, ah e tal não tem muito a ver comigo.
Mas que acho que são giríssimas... acho!
Qualquer dia, perco a cabeça e compro umas. Depois resta saber se as usarei... Mas isso são outros quinhentos, como diz a minha avozinha.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
É este ano...
Que compro um belo par de galochas! Ou melhor rainboots, que eu sou chic!
O que não é nada chic é esta chuva que não pára há mais de 3 horas...
Assim não quero sair de casa. Tenho dito!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O Portugal Futuro
O portugal futuro é um país
aonde o puro pássaro é possível
e sobre o leito negro do asfalto da estrada
as profundas crianças desenharão a giz
esse peixe da infância que vem na enxurrada
e me parece que se chama sável
Mas desenhem elas o que desenharem
é essa a forma do meu país
e chamem elas o que lhe chamarem
portugal será e lá serei feliz
Poderá ser pequeno como este
ter a oeste o mar e a espanha a leste
tudo nele será novo desde os ramos à raiz
À sombra dos plátanos as crianças dançarão
e na avenida que houver à beira-mar
pode o tempo mudar será verão
Gostaria de ouvir as horas do relógio da matriz
mas isso era o passado e podia ser duro
edificar sobre ele o portugal futuro.
aonde o puro pássaro é possível
e sobre o leito negro do asfalto da estrada
as profundas crianças desenharão a giz
esse peixe da infância que vem na enxurrada
e me parece que se chama sável
Mas desenhem elas o que desenharem
é essa a forma do meu país
e chamem elas o que lhe chamarem
portugal será e lá serei feliz
Poderá ser pequeno como este
ter a oeste o mar e a espanha a leste
tudo nele será novo desde os ramos à raiz
À sombra dos plátanos as crianças dançarão
e na avenida que houver à beira-mar
pode o tempo mudar será verão
Gostaria de ouvir as horas do relógio da matriz
mas isso era o passado e podia ser duro
edificar sobre ele o portugal futuro.
Ruy Belo
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Corta-se o cabelo depois é isto
Ando irritada, porque não consigo prender de qualquer maneira.
E sim chove lá fora... Mas aqui no meu cantinho está a ferver.
E eu só queria o cabelo preso...
[amuei]
E sim chove lá fora... Mas aqui no meu cantinho está a ferver.
E eu só queria o cabelo preso...
[amuei]
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
O que me apetecia mesmo, mesmo, mesmo.
1. Pegar na mala.
2. Enfiar uma meia dúzia de peças de roupa.
3. Entrar no carro e só parar noutro sítio!
Sair daqui era o que me apetecia. Um fim-de-semana divertido e animado. Fora da normalidade do lar.
Só para ser... o que quiser.
2. Enfiar uma meia dúzia de peças de roupa.
3. Entrar no carro e só parar noutro sítio!
Sair daqui era o que me apetecia. Um fim-de-semana divertido e animado. Fora da normalidade do lar.
Só para ser... o que quiser.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Menos, menos, muito menos
Pronto, sou assim um bocadinho. Mas estou a tentar recuperar...
Mas que me arrelia, lá isso arrelia.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Romancista?!
Parece que não. Não passou de um sonho de infância estou certa.
Escrever mais meia dúzia de páginas está a ser um verdadeiro martírio...
Eu pago, se for preciso, porque eu já não tenho capacidade.
OMG... Make me good, but not yet...
Escrever mais meia dúzia de páginas está a ser um verdadeiro martírio...
Eu pago, se for preciso, porque eu já não tenho capacidade.
OMG... Make me good, but not yet...
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Demorou e chegou
1. Tese corrigida pelo orientador.
2. Fazer a meia dúzia de correcções pedidas.
3. Pedido de reunião para próxima semana feito.
4. Mas de tudo isto o que custa mais... Ter de acrescentar uma meia dúzia de páginas, às 200 previamente enviadas... OMG
Toca a trabalhar! [clap, clap, clap]
2. Fazer a meia dúzia de correcções pedidas.
3. Pedido de reunião para próxima semana feito.
4. Mas de tudo isto o que custa mais... Ter de acrescentar uma meia dúzia de páginas, às 200 previamente enviadas... OMG
Toca a trabalhar! [clap, clap, clap]
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Mundo grande - Carlos Drummond de Andrade
Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.
Sim, meu coração é muito pequeno.
Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens.
A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.
Tu sabes como é grande o mundo.
Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens,
as diferentes dores dos homens,
sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso
num só peito de homem... sem que ele estale.
Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros,
tão calma, não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos,
tão calma! Vai inundando tudo...
Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos - voltarão?
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam.)
Outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.
Outrora viajei
países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.
Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e
trouxeram a notícia
de que o mundo, o grande mundo está crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.
Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
- Ó vida futura! Nós te criaremos.
Um mundo sem poetas seria muito mais infeliz. Era vazio da beleza das palavras. Da beleza e sentido que conferem aos meus momentos.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.
Sim, meu coração é muito pequeno.
Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens.
A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.
Tu sabes como é grande o mundo.
Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens,
as diferentes dores dos homens,
sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso
num só peito de homem... sem que ele estale.
Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros,
tão calma, não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos,
tão calma! Vai inundando tudo...
Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos - voltarão?
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam.)
Outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.
Outrora viajei
países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.
Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e
trouxeram a notícia
de que o mundo, o grande mundo está crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.
Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
- Ó vida futura! Nós te criaremos.
Um mundo sem poetas seria muito mais infeliz. Era vazio da beleza das palavras. Da beleza e sentido que conferem aos meus momentos.
domingo, 16 de setembro de 2012
Despedidas
Por favor, parem as despedidas, os até já e os até um dia!
Parem.
Não aguento! A sério...
Primeiro a R na semana passada. Que já está em Benguela. E feliz da vida! E como quero que continue assim...
Hoje o A, que no final de semana regressa a Londres, não para mais um, mas para mais cinco anos. Cinco anos?! Arre... Agora que descobri o bem que me fazem estas pessoas. O quão feliz sou ao pé delas. O quanto me ensinam e o quanto sabe bem tê-los por perto... Eles vão.
Mas graças a Deus, há esta pequena maravilha da Internet e das mil formas de nos contactarmos. Por isso, mesmo longe continuaremos perto... Assim o desejo, e assim será.
E não, na próxima semana não quero outra despedida, please! Não quero nada não. Não liberto mais nenhum dos meus para ir... Ok?!
O.K.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
É como se fosse tradição
Desde sempre Setembro é mês de recomeço.
Tudo novo. Incluindo corte de cabelo novo.
Adeus cabelo longo. Adeus trança a cair pelo braço. Voltamos ao nosso amigo corte pelo ombro. Com vida e quebras... Haja alegria!
Mas custou deixá-lo espalhado pelo chão, como se de um estranho de tratasse
Tudo novo. Incluindo corte de cabelo novo.
Adeus cabelo longo. Adeus trança a cair pelo braço. Voltamos ao nosso amigo corte pelo ombro. Com vida e quebras... Haja alegria!
Mas custou deixá-lo espalhado pelo chão, como se de um estranho de tratasse
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Valente neura
Porque isto também me acontece raramente. Estou com uma neura de sono, que nem é bom!
Hoje estou com um mau feitio... Até a mim me faz impressão que fará aos outros...
Desde já a gerência pede desculpa!
Hoje estou com um mau feitio... Até a mim me faz impressão que fará aos outros...
Desde já a gerência pede desculpa!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Acham estranho?!
Hoje, mais precisamente ontem coloquei termo a uma relação "quase" profissional de longa data. Com pessoas que adoro, e com as quais trabalhei muito e muito de perto nos últimos anos. Que me viram doida, por andar a fazer exames para entrar na faculdade. Que me viram fascinada por ser caloira. Que me viram trabalhar a mil à hora, e mesmo assim entregar aquele PPS a tempo. Que alteram reuniões porque eu não podia estar e queria muito e por isso foram adiadas.
E por termos passado tantas e tantas horas juntos, achei por bem explicar-lhes as razões por detrás desta mudança de grupo, ao fim de tantos anos.
E pronto... fui gozada.
E porquê?! Porque acho que cuidar das pessoas é o melhor?! Porque acho que uma equipa que é sujeita a tantas mudanças pode e vai certamente ser afectada, logo devo fazer tudo o que está ao meu alcance para o minimizar... E porque me ensinaram tanto, porque são "meus" devo-lhes respeito, amizade e acima de tudo verdade...
Mas desde quando ser educada e cuidadosa é defeito?! Arre...
E por termos passado tantas e tantas horas juntos, achei por bem explicar-lhes as razões por detrás desta mudança de grupo, ao fim de tantos anos.
E pronto... fui gozada.
E porquê?! Porque acho que cuidar das pessoas é o melhor?! Porque acho que uma equipa que é sujeita a tantas mudanças pode e vai certamente ser afectada, logo devo fazer tudo o que está ao meu alcance para o minimizar... E porque me ensinaram tanto, porque são "meus" devo-lhes respeito, amizade e acima de tudo verdade...
Mas desde quando ser educada e cuidadosa é defeito?! Arre...
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Porque às vezes
as palavras menos próprias podiam resolver as situações
*#$%&*+=#$%"&!"#$%%&&%/(%)()==?*+*^
*#$%&*+=#$%"&!"#$%%&&%/(%)()==?*+*^
Há dias em que se tivesse um blog "à séria"
Podia estar aqui a escrever o quão acho errado justificar o medo da morte, com a tradição judaico-cristã, em Portugal. Parece-me errado justificá-lo assim ( no mínimo)
Mas isso seria se o blog fosse uma coisa séria! :)
Mas isso seria se o blog fosse uma coisa séria! :)
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Sabeis o que vos digo...
Tenho de escrever uma carta. Não é um ter, obrigatório...
Mas acho que devo e que preciso escrever-lhe.
Ela vai para o outro hemisfério... e depois não haverá sms semanais, nem cafés, nem gelados na esplanadas do Marquês... nem beatices juntas. Nem risadas às 2h da manhã. Porque estamos afastadas fisicamente. Mas juntas... muito juntas no coração.
Tenho de lhe escrever... tenho precisamente 6 dias, 17 horas e alguns minutos para isso.
Mas acho que devo e que preciso escrever-lhe.
Ela vai para o outro hemisfério... e depois não haverá sms semanais, nem cafés, nem gelados na esplanadas do Marquês... nem beatices juntas. Nem risadas às 2h da manhã. Porque estamos afastadas fisicamente. Mas juntas... muito juntas no coração.
Tenho de lhe escrever... tenho precisamente 6 dias, 17 horas e alguns minutos para isso.
sábado, 1 de setembro de 2012
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