Ai se o desejo falasse... Ai se a vontade sobressaísse... Ai se os meus sonhos falassem. E se tudo isso se realiza-se... como eu dava pulos de alegria!!
I hope! I really hope!!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Sonhos e vontades atravessadas
O coração está baralhado.
O coração, o sonho... Anda tudo atravessado.
Atravessaram-me quando ousei sonhar, quando ousei querer, quando ousei começar a lutar!
Agora à que ousar dar o primeiro passo.
Agora, é iniciar a marcha e logo se verá!
O coração, o sonho... Anda tudo atravessado.
Atravessaram-me quando ousei sonhar, quando ousei querer, quando ousei começar a lutar!
Agora à que ousar dar o primeiro passo.
Agora, é iniciar a marcha e logo se verá!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Ser de escrever
Gosto de escrever. Gosto de escrevinhar cada cantinho de
folha. Gosto da forma como um conjunto de palavras se organiza. Gosto da
sensação de construir algo que é uma parte de nós, de mim. Gosto da forma como,
ainda que disfarçadamente há um pedaço da vida de quem escreve, naquela estória
de heróis e dragões. Gosto de sentir a vida a pulsar por entre palavras. Gostos
da prisão que as palavras provocam, gosto da forma como me sustêm lá no alto…
ou de como me desarmam. Gosto da forma como são meigas, e de como na mesma
maneira me ferem tão crua e friamente.
Gosto de ver as pessoas reveladas em palavras. Gosto da
forma como se entregam, como se expõem aos olhos leitores. Da forma como sem
qualquer pudor se mostram, sem aparatos nem adornos. Escrever para mim é isto.
É ser para lá do que posso. É ter a capacidade de mergulhar na imaginação, no
sonho. De mergulhar sendo outra pessoa!
Basicamente ser é o mote para escrever! Escrever é sinónimo
de viver!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Há uns dias falaram-me deste poema e hoje aparece à minha frente, sem nada o fazer prever
Não posso adiar o Amor
de António Ramos Rosa
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o rneu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
de António Ramos Rosa
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o rneu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A deaper moment
Pois, nem sei bem que dizer, escrever or something else.
Sei que estes dias têm sido de grandes momentos... em que mostrar fotografias seria insuficiente; em que as palavras não descreveriam o que vivi; em que não perceberiam o excitex em que estive praticamente todos os dias! Há períodos assim... grandes. Grandes de tempo, grandes de gente, grandes de desafios, grandes de responsabilidade, mas acima de tudo grandes de amor. Porque o amor tudo revoluciona e tudo altera... Sim, o AMOR! O amor em torno de um projecto de vida, em torno do projecto de trabalho em que acreditamos, o amor à natureza e aos animais... O amor!
Sim, hoje celebro internamente o amor que dá trabalho, mas que vale muito a pena!
Sei que estes dias têm sido de grandes momentos... em que mostrar fotografias seria insuficiente; em que as palavras não descreveriam o que vivi; em que não perceberiam o excitex em que estive praticamente todos os dias! Há períodos assim... grandes. Grandes de tempo, grandes de gente, grandes de desafios, grandes de responsabilidade, mas acima de tudo grandes de amor. Porque o amor tudo revoluciona e tudo altera... Sim, o AMOR! O amor em torno de um projecto de vida, em torno do projecto de trabalho em que acreditamos, o amor à natureza e aos animais... O amor!
Sim, hoje celebro internamente o amor que dá trabalho, mas que vale muito a pena!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Como isto me acontece tantas, e tantas vezes...
"Cada vez mais se aproxima o tempo da felicidade vivida da saudade
dela. Não só já tenho saudades de ontem, porque já passou, como começo a
ter saudades das coisas enquanto estão a acontecer, por saber que vão
acabar e ser capaz, sem querer, de pressentir as saudades que vou ter
daqueles momentos, enquanto conseguir continuar a lembrar-me deles."
Ler o texto todo aqui.
MEC in Jornal "O Público" 2/2/2014
Ler o texto todo aqui.
Das coisas que trago em mim
Eu sou difícil.
Não se iludam, eu sou difícil.
Sou complicada de deslindar, sou difícil de entender, sou uma caligrafia complicadinha de se ler.
E ultimamente, mais complicada, do que nunca. Sinto-me desenquadrada do mundo, das minhas pessoas... Da minha vida, muito basicamente. Sinto que estou onde não estou! Que sou um limbo... que não sei onde devo estar, como devo estar, com quem devo estar...
Sinto que os meus não são tão meus assim!
Sinto que nos vamos perdendo e desligando... que me vou perdendo e desligando.
Que me perco nas minhas fragilidades, mesmo envergando uma armadura! Sinto que não sou de ninguém. Sinto que ninguém me pertence. Sinto que desapareço na imensidão e ninguém repara! Sinto que sinto de mais...
Sinto que devia deixar de sentir... Sinto que sou complicada e difícil de ler...
Às vezes... há dias assim, em que o sol não brilha, em que há uma tempestade em mim! Estes têm sido os dias!
Não se iludam, eu sou difícil.
Sou complicada de deslindar, sou difícil de entender, sou uma caligrafia complicadinha de se ler.
E ultimamente, mais complicada, do que nunca. Sinto-me desenquadrada do mundo, das minhas pessoas... Da minha vida, muito basicamente. Sinto que estou onde não estou! Que sou um limbo... que não sei onde devo estar, como devo estar, com quem devo estar...
Sinto que os meus não são tão meus assim!
Sinto que nos vamos perdendo e desligando... que me vou perdendo e desligando.
Que me perco nas minhas fragilidades, mesmo envergando uma armadura! Sinto que não sou de ninguém. Sinto que ninguém me pertence. Sinto que desapareço na imensidão e ninguém repara! Sinto que sinto de mais...
Sinto que devia deixar de sentir... Sinto que sou complicada e difícil de ler...
Às vezes... há dias assim, em que o sol não brilha, em que há uma tempestade em mim! Estes têm sido os dias!
stop right now
Há dias, como este que agora termina que me dão um nó. Um nó quase cego na cabeça. Um nó que perturba e de que maneira...
Amanhã é um novo dia, logo se verá!
Amanhã é um novo dia, logo se verá!
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