quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Procura-se tema para tese de mestrado (e só tem de cumprir alguns pequenos requisitos)


  1. Inovador
  2. Actual
  3. Relevante
  4. Com bibliografia portuguesa e estrangeira disponível
  5. Sem ter sido muito abordado nos últimos 2 ou 3 anos em teses
  6. Exequível teórica e metodologicamente
  7. E que seja muito muito muito do meu agrado!!!


É que se me voltam a perguntar o tema da tese e eu recebo aquele olhar de pena sobre mim, por gostar de coisas dificilmente exequíveis... Revolto-me e digo já que quero estágio curricular!!!

E já passa das três da manhã e eu aqui...

A rir.
Como não me ria há imenso tempo no MSN.
Adoro estas conversas que se resumem a 3 amigos à conversa, sobre tudo e sobre nada. Das suas fixações por miúdas giras, aos seus vizinhos e os banhos turcos depois da meia-noite. E a muita mas muita gargalhada...

E eu que pensava piamente que ia ler uns e-mails, entediar-me e adormecer profundamente mas afinal não!! Foi precisamente o contrário... E eu com tanto para fazer amanhã... Ai ai ai... Que já me custa tanto!!

às vezes fico surpreendida


"Sabes, a diferença entre nós é muito clara! Tu acreditas que os contos de fada ainda se podem tornar na reais. E que as histórias de amor não acontecem só nos livros e nos filmes. E eu já não!"

via sms A.

Eu sou pessimista. Sou e admito-o sem grande orgulho, mas admito. Mas continuo apesar de tudo a acreditar em finais felizes, em amores que nos preencham e dão cor à vida.

Isto não me acontece sempre, mas hoje acredito.

E fazia-te bem A. acreditar também , porque mereces ser feliz, e para além de linda, és fantástica... E enquanto isto já davas uma dica para o teu presente de aniversário, porque este ano não faço ideia....

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Começo a acreditar


Em três dias consecutivos. Três pessoas diferentes e sem grandes, ou nenhumas afinidades à minha pessoa decidiram revelar-me, surpreendam-se...

O quão bonita sou!

Ou está tudo doido, ou então há um surto de miopia no Porto e ninguém me disse.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Por que é que sempre que ele se põe com piadinhas e sarcasmos sobre os católicos e as suas tradições, apetece-me...

Dizer-lhe:

"Sabe professor eu sou católica. Daquelas que não é só baptizada. Sou das que é crismada. E agora queira reprovar-me mas sou também catequista!"

Eu até gosto do senhor e acho uma certa piada às aulas, mas às vezes dá-me esta vontade de me rebelar contra o poder instituído, que posso fazer?!

Gente parva e mais gente parva e afins...


Eu tenho paciência para muito coisa... para ouvir barbaridades sem retaliar bruscamente mas... nem a minha paciência é de ferro!! E estou a chegar a um ponto em que haja paciência mas já não tenho paciência para quem se lembra de dr ralhetes sem mais nem menos!!

Menos sim. Mas muito menos nisso...

domingo, 26 de setembro de 2010

Porque continuo de olhos turvos de uma água tão salgada quanto o mar...
Porque carrego as minhas duas horas de sono como se de uma tonelada se tratasse.

O que não facilita nada, nada mesmo a porcaria do trabalho para a faculdade... Que me está a tirar do sério!! Completamente do sério!!!

Sinto-me tão impotente quanto ao teu sofrimento.
Sinto-me tão atada!
Sinto-me presa às mensagens, banais e falsas de esperança!! Porque não são verdade! São mentira!! São mentira!!! É o que me apetece gritar ao mundo, mas a voz não sai... Não rasga a minhas cordas vocais em espirais de som

Há dias que choro por ti! Há dias que penso no que de muito bom me deste. E no que de tão pouco te dei. Nas vezes que te odiei... porque eras péssima, e no quanto adoro quando vens ter comigo e dizes que tinhas saudades minhas minhas....

Não sei como lidar com isto... Não sei!!

sábado, 25 de setembro de 2010

E a crónica da MRP, fez-me mal... muito mal. Porque é uma generalização banal, sem sentido.
Porque a beleza (exterior ou interior) vem em todos os tamanhos.
E cada um é diferente e tem direito a essa diferença!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

#1 letter to my (best) friends


Eu não tenho muitos amigos. São poucos mas bons. Porém de entre eles não consigo escolher um(a) para ser o meu (minha) best friend.

Quando era miúda tinha duas melhores amigas, dizia eu a toda a gente. Éramos inseparáveis. Parecíamos gémeas siamesas. Éramos um trio para tudo. Trabalhos de escola. Tardes no baloiço. Saltar à corda. A A. e a T. eram as minha preferidas para tudo. O significado da nossa amizade encerra-se na palavra infância. Nos desenhos animados. Nos cabelos desgrenhados. NO sorriso desdentado. Na bandelete no cabelo. Na franja que queríamos cortar todos os dias, para ficar sempre perfeita.

Mas este trio, nunca foi só um trio. Era um trio a que se somavam mais quatro. Pelos quatro (agora, gajos como dizemos a brincar) meninos que nos roubavam canetas e borrachas num piscar de olhos. Que nos assustavam de morte, quando se escondiam a trás das portas. Que gozavam com os nossos desenhos.
Mas que como se de um truque de magia se tratasse tornavam-se nos nossos cavaleiros andantes. Eram a quem corríamos quando algo corria mal. Quando chorávamos. Quando nos magoávamos. Quando nos ofendiam, com palavras tão fortes e duras como "betinhas". E nesse preciso momento seguiam eles, os nossos "betinhos", nos seus cavalos brancos prontos a salvar a nossa honra de tais injurias tão infamemente proferidas. Porque ser bom aluno, não implica não pisar o risco. Não implica estar fora de um mundo cheio de irreverência, pronto a receber-nos de braços abertos.

Depois crescemos... Pé ante pé. Fomos crescendo em altura e ficando cada vez mais parvos, como qualquer outro adolescente. Uns centímetros a mais não se traduzem em clarividência, nem sapiência. No nosso caso, foi só a afirmação de um acto de amor (porque amizade, para mim é amor no seu grau mais sublime, e puro, em todo o seu esplendor)

Das manhãs dos primeiros anos de escola, passamos às tardes dos anos que se seguiram. Das tardes passamos às noites.
Das nossas casas passamos aos jardins, às piscinas, às sessões de cinema, às tardes de praia a aproveitar o sol.
Pouco a pouco passamos a jantares e jantaradas fora de horas, a piqueniques de Verão. A chás de meia-noite a pequenos almoços antes de deitar.

De repente deixámos de ser sete. Passamos a doze. Sem mais nem menos, porque nada se alterou, tudo se transformou!!

Acompanhamos medos e inseguranças. Os primeiros beijos e namoros. As primeiras bebedeiras (Ai que noites complicadas essas...) Estivemos lá, nos choros e nas birras. Nunca deixamos escapar um bom momento sem celebração.
E rimos. Rimos muito. Tanto e com tanta vontade, até às lágrimas, até nos agarrarmos à barriga de tanta gargalhada.

Tínhamos medo de falhar. De falharmos enquanto amigos, quando a faculdade chegasse e as nossas opções nos atirassem para longe da vista e longe do coração. Mas não. Desde o dia 1. Desde aquela noite de Setembro de 2006, em que os nossos sonhos se concretizaram. Nem aí, nem daí por diante nos separamos.
Temos o nosso dia. O dia em que haja o que houver, faça chuva ou sol, nós estamos juntos. Voltamos a ter 6 anos. Voltamos a conhecer-nos, voltamos a gozar com as nossas coisas ridículas. Voltamos a chamar as alcunhas que são só nossas, usámos expressões que mais ninguém sabe nem entende.

Somos pura e simplesmente nós.

Temos tempo para tudo o que o "nós" encerra. Sei que há uns que nos invejam, outros que nos adoram. Sei que outros não nos entendem se quer. Sei que dificulta as nossas relações paralelas (amorosas, principalmente) Sei que isso levou-nos a encurtar o grupo.... (e tenho pena, muita pena)
Mas não sei se abdicaria de tudo isto por qualquer outra coisa no mundo, porque apesar de nem tudo serem rosas, os espinhos fazem-nos crescer e ficar mais próximos.

Existem, no entanto outras pessoas que foram entrando na minha vida, em diferentes momentos, em diferentes situações e que vão ficando e ficando e se tornam no que são.
Não temos nada, ou quase nada em comum.Não somos vizinhas, nem de cidades próximas. Não nos encontramos na infância. Não somos nada parecidas.
Partilhamos ideias. Partilhamos a faculdade. Partilhamos "quase" a mesma ideologia. Partilhamos as pessoas e o respeito que temos por elas. Partilhamos avós. Partilhamos livros e series de televisão. Partilhamos medos e ralhetes. E gargalhadas, e muita conversa parva!
Partilhamos a vida... basicamente é isso!!
Ahhh e partilhamos horas a fio ao telemóvel também.


Com estas pessoas únicas e singulares, que me transformam constantemente num projecto inacabado sou feliz! Com elas que juntos, bem juntinhos dão dois de jeito ;-)


[Agora, sim é oficial, este blogue anda super lamechas. Perdoem-me mas prometo que voltará brevemente à parvoíce habitual!!]

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

E já começou...


Afinal o bicho papão não foi assim tão papão.

Mas preciso de pensar num tema para a tese, rapidamente.

domingo, 19 de setembro de 2010

De regresso... ou então o recomeço


Amanhã regresso às aulas. Pelo vigésimo ano consecutivo. Sim... Vigésimo ano. Sem nunca ter repetido nenhum deles...
Mas hoje ao contrário de há uns anos para cá.. estou ansiosa!!
E não sei bem porquê?!
A faculdade é a mesma dos últimos 4 anos da minha vida...
Os professores também...
Conheço as curvas e contracurvas daquele edifício até de olhos fechados...

Mas... as pessoas!

Para mim as pessoas são o mais importante... E não sei o que esperar destas!
Sei que com muitas delas já embirrei vezes sem conta, pelos narizes empinados.... Com a mania que sabem tudo e mais um par de botas, como diz a minha avó...
Espero encontrar pessoas simpáticas, bem dispostas e dispostas a trabalhar...

É tudo e a minha mania de sofrer por antecipação associada ao meu pessimismo q.b. que me deixam neste estado... que me faz escrever coisas sem nexo, como todo este post!!!

Sou uma mulher forte e inteligente *


*Porque será que sempre que nos surgem problemas temos a necessidade de nos relembrar disso?! E ouvi-lo em sussuros insistentes na nossa mente?!

#15 letter to someone you miss the most

Sabes...
Tenho medo de me esquecer de ti.
Tenho medo de um dia não ser capaz de sentir a tua presença, ao pé de mim.
Tenho medo de perder a capacidade de conversar contigo, quando algo, ou mesmo tudo vai mal.

Quero ser como tu.
Quero ser especial.
Quero ser como me lembro de ti.
Tudo em ti era terno.
Tudo em ti era digno de constar do livro mais belo do mundo.
Tudo em ti era amor, ternura, sorrisos e ventura.

Sei que a minha recordação, não é imparcial, em parte nenhuma do mundo, de todo o Universo. Sempre me senti especial para ti... E acima de tudo isso sempre me senti especial contigo.
Contigo era capaz de baloiçar quase até chegar às estrelas...
Contigo podia correr sem risco de esfolar mãos e joelhos...
Só os teus beijos estavam inundados de tranquilidade e carinho...
Só o teu jornal tinha as letras que eu entendia do topo dos meus 4 anos...
Só o teu chapéu protegia do sol do Verão...


Tenho saudades tuas...
Sinto a tua falta!
Sinto muito, muito, muito a tua falta...



terça-feira, 14 de setembro de 2010


Porque há dias em que não adianta estar bonita. Arranjar o cabelo. Dar uma lufada de ar fresco à cara.
Este tédio. Este desânimo não desaparece...

domingo, 12 de setembro de 2010

#7 letter to your ex-boyfriend


Chorei noites a fio.
Mergulhei no meu submundo, e chorei mais.
Fiquei noites e dias, e dias e noites a sufocar dentro da minha dor. Do buraco que abriste no meu peito. Do espaço, sem espaço que deixaste no meu coração.
Foi difícil.
Quando julgava que te deixei para trás, reapareceste e voltei a querer fugir...
Fugi de ti. Fugi de mim. Fugi de um futuro que idealizei e pensei mesmo que fosse acontecer.

Hoje, digo-te que contigo sofri, mais do que amei.
Contigo, verti mais lágrimas, do que ri a bandeiras despregadas.
Partiste o meu coração. Pisaste-o, com todos aqueles "eu gosto tanto de ti, mas também gosto dela". Como teu coração do tamanho do mundo que adorava e amava a mim e a todas as outras que por ti passavam...
Mas a ti devo também outras coisas que se tornaram fundamentais para mim... A capacidade de dizer NÃO, sem ressentimentos, sem culpas e tristezas... Mostraste-me com a tua ausência as pessoas fantásticas que estão comigo...

Por ti sonhei.
Por ti amei.
Por ti fiz loucuras.
Por ti chorei.
Por ti sofri.

Mas por mim, reergui-me!


Será?

sábado, 11 de setembro de 2010

Porque nem tudo muda


Gosto do mar. Do pôr do sol.
Gosto do vento que nos bate na cara!
Gosto dos pés no mar.
Gosto dos risos e sorrisos que preenchem o fim do Verão!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Como é possível?!

Adormecer às 4.23 em ponto, visto que a última vez que vi as horas eram 4.22 e não me lembro de mais nada... Mas a loucura consiste em levantar da caminha, quentinha, lindinha, e fofinha às 7.27

Mas a parte que eu não entendo, é como é que me deixam conduzir com estes olhos quase colados...

É só mais um café para a mesa do canto, porque o primeiro não fez qualquer efeito!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

#4 letter to your sibling


Somos nada parecidas. Mas somos em tudo semelhantes.
Somos como somos, completamos as fragilidades uma da outra. Somos uma rocha quando precisamos de defender quem gostamos. Somos sinceras nos bons e nos maus momentos. Somos o porto de abrigo, nas noites de tempestade. E como disseste no outro dia " És o meu contacto para qualquer emergência, que queres mais que te diga?" Nada. Sinceramente, mais nada.

Tenho de confessar que ando extremamente orgulhosa de ti, das tuas conquistas, dos teus sonhos que se estão quase a realizar... E adoro quando fazes de mim, das nossas conversas, das nossas tardes deitadas ao sol, com o mar e o céu em pano de fundo, os momentos que mais gostas de recordar... Sabe muito bem o chegar a casa a qualquer hora e ter-te ao meu lado. Poder conversar até de manhã.
Nem tudo é sempre simples, nem tudo é sempre cor-de-rosa e simples. Há momentos duros e complicados, há situações em que falar é dificil e discutir parece a melhor solução. Sei que sou complicada... não sou um poço de quietude, nem de tranquilidade... há alturas em que sou um tornado a um passo do desastre total... e aí tu não me abandonas e aproximas-te pé ante pé, muito calmamente e só deixas que o teu estar lá seja... o mais que suficiente para acalmar a catástrofe em mim...
Nessas alturas não há, nem big sis, nem little sis, somos acima de tudo o resto, nós, com tudo o que isso acarreta sem medos, nem dramas, com sorrisos, e palavras, com abraços e beijos, com olhares que decifram tudo. Com tudo aquilo que se tem com uma cumplicidade de toda a vida, como a nossa...

Obrigada por seres como és para mim!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A não esquecer...

Family, Friends and Fotos


Passei em revista o meu passado em fotografias...
Ri, sorri, e até chorei...
Revivi as casas onde cresci... Abracei as lembranças das pessoas que fizeram de mim o que sou!

Relembrei-me do quão feliz fui ( e sou), do quão a minha infância foi cor-de-rosa, de quantos sorrisos espalhei pelas paredes da minha vida... de como tudo parecia certo e perfeito...
Do primeiro sorriso, ao primeiro passo.
Do primeiro livro, aos trabalhos de casa.
Da laranjeira da avó, às férias na Nazaré.
Das festas de aniversário aos Natais, com cheiro a lareira.
Do brinquedos, aos trabalhos.
Dos lanches regados a sumo de laranja, aos lanches cheios de amigos.


Por isso é que eu gosto de fotografias... Fica tudo lá!

#23 letter to the last person you kissed

Foi duro saber que fui uma pedra no sapato...
Foi complicado perceber que afinal não passei de um nada para ti...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

#2 letter to my crush


Tenho uma crush por ti.
Devias saber, e não sabes!
Devia conseguir dizer-te mas não digo. Nem consigo. Nem imagino como seria se soubesses.
Se não soubesse que eu sou "too much girl", como os nossos amigos cruzados fizeram questão de descrever e tu, demasiado "fica e esquece". Talvez!
Talvez não vás passar disso, mas fizeste-me bem, mesmo assim...
Fizeste-me rir, como já não me lembrava de rir.
Conseguiste fazer sentir-me especial.
Conseguiste pôr os meus amigos a fazer claque por ti. ( se bem que o P. pouco ou nada se pronuncia, talvez porque te conheça bem demais)
Achei imensa piada, quando coraste... Gostei da forma como disseste entre risos "passarinha, ó banana"
Gostei de como te disponibilizaste para ser o nosso cicerone por aquelas terras nas nossas próximas visitas...
Gostei do teu sorriso e da forma como falas e ris, ao mesmo tempo! Gostei da forma como dizes as coisas, com cuidado para não ferires ninguém!!

Gosto! Acho-te piada, pronto... que posso fazer?!
Não és uma paixão. Não és um grande amor.
Tens aquilo que me encanta, tens aquilo que me faz pensar que podias ser tu...


P.S. Ahh e adorei como não te deixaste intimidar por um bando de pessoas às gargalhadas, com músicas gravadas na memória, cantadas muitos decibéis acima do necessário... E integraste-te!


[Agora shiuu... Não lhe digam que a carta está aqui!!]

Ai, ai, ai... Que medinho!! *

"
E o meu desejo é: que respondas a este desafio encontrei num blog e achei giro força!

#1 LETTER TO YOUR BEST FRIEND
#2 LETTER TO YOUR CRUSH
#3 LETTER TO YOUR PARENTS
#4 LETTER TO YOUR SIBLING (OR CLOSEST RELATIVE)
#5 LETTER TO YOUR DREAMS
#6 LETTER TO A STRANGER
#7 LETTER TO YOUR EX-BOYFRIEND/GIRLFRIEND/LOVE/CRUSH
#8 LETTER TO YOUR FAVOURITE INTERNET FRIEND
#9 LETTER TO SOMEONE YOU WISH YOU COULD MEET
#10 LETTER TO SOMEONE YOU DON'T TALK AS MUCH AS YOU'DE LIKE TO
#11 LETTER TO A DECEASED PERSON YOU WISH YOU COULD TALK TO
#12 LETTER TO THE PERSON THAT CAUSED YOU A LOT OF PAIN
#13 LETTER TO SOMEONE YOU WISH COULD FORGIVE YOU
#14 LETTER TO SOMEONE YOU'VE DRIFTED AWAY FROM
#15 LETTER TO THE PERSON YOU MISS THE MOST
#16 LETTER TO SOMEONE THAT'S NOT IN YOUR CITY OR COUNTRY
#17 LETTER TO SOMEONE FROM YOUR CHILDHOOD
#18 LETTER TO THE PERSON YOU WISH YOU COULD BE
#19 LETTER TO SOMEONE THAT PESTER YOUR MINE - GOOD OR BAD
#20 LETTER TO THE ONE THAT BROKE YOUR HEART THE HARDEST
#21 LETTER TO SOMEONE YOU JUDGEG BY THEIR FIRST IMPRESSION
#22 LETTER TO SOMEONE YOU WANT TO GIVE A SECOND CHANCE TO
#23 LETTER TO THE LAST PERSON YOU KISSED
#24 LETTER TO THE PERSON THAT GAVE YOUR FAVOURITE MEMORY
#25 LETTER TO THE PERSON YOU KNOW THAT IS GOING THROUGH THE WORST OF TIMES
#26 LETTER TO THE LAST PERSON YOU MADE A PINKY PROMISE TO
#27 LETTER TO THE FRIENDLIEST PERSON YOU KNEW FOR ONLY ONE DAY
#28 LETTER TO SOMEONE THAT CHANGED YOUR LIFE
#29 LETTER TO THE PERSON THAT YOU WANT TO TELL EVERTHING TO, BUT YOU'RE TOO AFRAID TO
#30 LETTER TO YOUR REFLECTION IN THE MIRROR
"

* O desafio foi-me lançado pela CC, o que só por si, significa ME-DO!!
Mas prometo cumpri-lo com o maior prazer possível!!
Estava mesmo a precisar de algo assim... De algo que queira fazer, de algo que me ponha a fervilhar ideias e sentimentos!!

Sabes CC, tu conheces-me tão bem, que até enerva!! Estava a precisar de isto mesmo!!
E agora mãos à obra!!

Can we pretend that airplanes
In the night sky
Are like shooting stars
I could really use a wish right now
Wish right now, wish right now

Dava-me mesmo jeito, pedir um desejo agora!!!

domingo, 5 de setembro de 2010

Ohhhh... quero mais!!!!


Vi a primeira "season" de Life Unexpected e ADOREI!!!!
Gosto de uma série que não tenha os bons que são extremamente bons e uns maus muito muito maus!!! Gosto de histórias de gente de verdade, com altos e baixos, com sonhos e pesadelos... Gosto!

E quero, muito, muito muito, que a segunda série comece rapidamente!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Porque quando somos únicas pouco ou nada se perde


Há dois dias a trás regressou a minha amiga de sempre. Melhor, a minha melhor amiga, desde os tempos em que temos de rotular assim os amigos, e em que os rotulamos sem qualquer problema ou culpa.
Ela está desde Novembro na Suiça. Eu estava preocupada, como de resto partilhei com quem por cá passava, por esses dias, mas tudo não passou do meu exagero e preocupação natural...

Ela está linda... Está apaixonada... Está feliz... Está mais bonita (pelo menos eu acho)... Está simpática, cheia de energia, trás um enorme sorriso na cara!! E eu estou tremendamente feliz, por ter a minha eterna cúmplice de volta!!!

Tenho de a aproveitar bem, porque não tarda nada regressa ao frio e depois só para o ano outra vez!!

[há uns dias ao remexer o meu baú das fotografias encontrei uma fotografia nossa assim, parecida com esta. Não sei se teríamos seis ou sete anos. Mas estávamos em brincadeira pegada, e felizes da vida tal como hoje... ]