segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Eu vinha cá escrever uma coisinha... Mas começou o Prós e Contras e aqui a menina da geração à rasca vai ver o  que os representantes dos jovens da nação tem para dizer... que isto de se ser aprendiz de sociólogo tem muito que se lhe diga! E a pensar que eu podia estar alapadinha numa qualquer sala de cinema... e estou aqui, por causa do Prós e Contras.

Nunca tinha acontecido...

Este foi o primeiro anos em que não vi os Oscars. 
E logo este ano que o James Franco do meu coração, e a querida da Anne Hathaway! 


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Eu já não me lembrava

Mas de facto um trabalho de História do 6º ano tem o seu quê de dificuldade.
Escolher as cores não é nada fácil, diz-me a I. 
E com toda a razão, acrescento eu.
O meu Word nunca mais vai ser o mesmo depois deste trabalho da minha prima. Estará para sempre marcado pelos tons de rosa e laranja e azul e verde com que pintou a população portuguesa do século XIX.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Caríssima Isabel Stilwell*

Não me conhece, provavelmente nunca me conhecerá, nem é importante para o caso.
Eu acompanho o seu trabalho, desde há anos. Desde que ainda não sabia bem ler e lia os seus editoriais na Notícias Magazine, para treinar a leitura, para saber coisas diferentes, para perceber o mundo dos graúdos e dos miúdos que tantas e tantas vezes me escapava.
Se disser que graças a si sonhei ser jornalista, sonhei ser escritora, só para ter um pedacinho do dom para a escrita que tem. Não aumento nem um bocadinho. Não me tornei jornalista e dificilmente tornarei. Mas de qualquer das formas, isto de pouco importa.
Sabe, tão bem ou melhor que eu, porque parecendo que não tem mais experiência por estas bandas. A situação de Portugal não anda famosa. E como me poderá responder, isso não constitui só por si grande novidade, visto que volta e meia damos por nós, nesta ou numa outra situação em muito semelhantes. A novidade está mesmo na condição da "parva geração parva" que refere. A novidade somos nós. Jovens, com formação técnica e específica superior. Muitas vezes, superiores às qualificações das gerações que nos antecedem. O problema está nas centenas e centenas de milhar que não têm um vinculo de trabalho seguro. Não pedimos um emprego para a vida, para nós isso é uma utopia, ou algo que apenas conhecemos dos livros de história. Pedimos um contrato de trabalho. Pedimos a possibilidade de iniciar uma vida de pleno direito. Pedimos a oportunidade de trabalhar, de mostrar as nossas competências, de mostrar o nosso valor. Pedimos oportunidade de nos tornarmos cidadãos de pleno direito, de poder aspirar a sair de casa dos pais, de poder aspirar, sonhar com um futuro.
Não são todos os licenciados que recebem 80% acima da média nacional, o problema está na própria média que é aufere um rendimento baixíssimo. Mas isso, como diz a minha avó são contas de um outro rosário e daria pano para mangas.
E sim, pode contar connosco para dar a volta a isto. Posso discordar consigo em muitas coisas, mas neste ponto estamos de acordo. Não há ninguém melhor para a dar a volta a isto que nós mesmos.

* a propósito do editorial do jornal DESTAK de 17 de Fevereiro de 2011

Há dias assim... (o reverso)




Em que ser feliz é tão fácil!
Mesmo quando se está perdido!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aqui a je gosta de decoração.
E está a montar uma tenda de circo cá em casa porque quer reformular o quarto.

Volta e meia dá-me esta vontade. E pronto. Não há quem aguente. O sr que eu exploro, que dá pelo nome próprio de "PAI" não está contente, mas não diz que não. Por isso... dedico-me de alma e coração ao projecto.

Bom, mãos à obra!

Estranho (auto) conhecimento ...*



Eu nunca fui boa no que diz respeito à auto-avaliação. 
Fui melhorando, vou melhorando. Fez e faz parte do conhecimento, essa palavra de que gosto tanto. 
E como diz um amigo meu, conhecer não é só conhecer os outros, é conseguir ler os outros quando nós estamos também no contexto. Quer dizer... este amigo, não é bem, um amigo. É uma espécie de grilo falante que acompanha a minha vida mesmo não estando presente. 
Eu deveria saber isso. Certo?
Eu estudo isso.
Eu supostamente deveria saber que nós só nos conhecemos no relacionar com o outro. 
As diversas dimensões da nossa vida só adquirem sentido, significado quando vividas em sociedade. Esta sociedade que eu defendo, como refúgio dos desprotegidos. Como lugar de trocas, de espaço de intercâmbio e de melhoria. Este lugar que se quer de progresso. Este lugar onde não há perfeições, mas onde há espaço para crescer e aperfeiçoar cada momento. Onde a diferença é mais valia. 
Eu não me devia preocupar com o que pensam. Mas preocupo-me e penso. 
Eu penso em tudo. No que eu penso. No que eles pensam. E no que eu penso, que eles pensam. 
Acompanharam?! Basicamente nunca estou sozinha. 
Basicamente sou eu e outros 30 na minha pobre cabecinha. 

Posto isto, e acham mesmo que dar-me como conselho: Vive a vida, simplesmente. 
Funciona, ou funcionará para mim?! 
Não. Sou tresloucada de mais. 



* Que é como quem diz. Já não sei o que queria dizer com isto mas postei na mesma. 

Uma pessoa apercebe-se do estado da vida assim

Quando a mãe liga à hora do almoço e diz:

" Então, como estás?! Já não te ponho a vista em cima desde domingo!"

Isto poderia não ser alarmante não fosse o facto de eu viver, na mesma casa, que a minha mãe.

domingo, 20 de fevereiro de 2011


Há dias em que estar sozinha na multidão parece impossível de contrariar!
Há alturas em que as gargalhadas dos outros não nos enchem de alegria.
Há dias em que as conversas nos passam ao lado!
Há dias como este... em que o cinzento que está no céu corresponde perfeitamente com os meus olhos rasos de lágrimas, com as palavras embargadas, com o nó na garganta!
Há dias em que as imperfeições se notam mais! Há dias me que eu não sou eu, ou melhor há dias em que nem eu me conheço!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Viciadinha

Uiii que não gosto nada disto...

Quando alguém, que me conhece à menos de 5 minutos, lança no ar, uma expressão como:

"Sabe «Pocket», eu sei o que está a pensar... Acabei de ler a sua alma, através dos seus olhos!"


Eu penso. Mas quem é que deixou?! Pediu?! Quando é que os senhores cientistas criam um software capaz de detectar intrusos na alma?! É que isto deixa-me ... vá, constrangida, digamos assim! 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Eu sou estúpida! Muito estúpida!


Quando estou nervosa! E basicamente estou com o estômago às voltas... A isto chama-se ansiedade, ou no meu vocabulário normalidade! Um dia, ainda morro com esta brincadeira!

Gostava... gostava!


Mas pelo contrário! Ainda me sinto pior! Benza o Ben-u-ron, os meus anti-histamínicos, e os spray para o nariz! Porque para aguentar 8h de aulas, só mesmo drogadinha, é que consigo!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

E não me sai da cabeça

é oficial



a partir de hoje acabou a minha benevolência com as instituições públicas, em Portugal! 
Haja paciência!

Ai! Ai! Ai! Atttchhhim...

Não aguento as dores de cabeça! Não suporto a claridade. Não aguento o mínimo barulho. A voz está rouco. O nariz está tapado. Basicamente, preciso de algo, tão fácil de encontrar, como uma saúde de ferro, que não se deixe perturbar por estas minhas alergias!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quando eu era pequenina...

... E assim não tão pequenina quanto isso.
Desenhava roupa.
Desenhava vestidos. Mas não eram uns quaisquer!
Eram vestidos de noiva, véus, sapatos, clutchs (que eu não sabia chamarem-se assim, e etiquetava na gama das carteiras de mão), jóias, e tudo a combinar!

Mudaram muitas coisas desde então nos meus gostos, excepção feita à minha gama de cores favoritas, permanecem intocáveis o branco, o azul e o cinza.
Não era assim,  tão talentosa... Contudo queria muito ser uma mestre no design de moda.
Recordar estas coisa é o que dá as arrumações profundas no sótão da avó.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

E eu hoje recebi...

Logo pela manhã, um beijinho e um grande "gosto muito de ti" de um rapaz super interessante de 10 anos. E gostei! Tudo isto acompanhado, de uma pulseira cor-de-rosa super catita que me acompanha agora no pulso, para todo o lado! 

E ainda dizem que este é o dia mais deprimente do ano, para as pessoas de coração desempedido!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Coisas que eu preferia não ouvir

"Sabes Sara está aí a chegar o dia dos namorados... O que é que vais fazer?" - Diz a Bia de 10 anos
"Eu?! Nada! Por quê?"
"Porque podias ser tu a minha madrasta, ou «boa»drasta... Agora aquela feiosa que o meu pai vai pedir para casar com ele é que não! É que ela nem se sabe vestir bem, como tu!" - Remata ela.

E eu posto isto, saio de fininho. E aprendo que saias e vestidos e saltos altos levam a coisas assim...
A lembrar: Ir trabalhar sempre, mas sempre de calças de ganga e ténis! E nada de make-up porque depois leva-nos a estas conversas, que me deixam sempre entre a espada e a parede!

Só agora percebo a utilidade da etiquetas


Seria muito mais simples encontrar as coisas neste sótão, tão baralhado!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A T. chegou! E o hoje há festa!

Ela chegou da Suiça, ontem e não disse nada a ninguém. Hoje fez-me uma surpresa daquelas, no meu trabalho, e eu ia tempo uma coisinha nos nervos! E admito até fiquei de lágrimas nos olhos. Eu gosto tanto dela. E sinto tanto a falta dela. E não consigo deixar de ficar a rir só de a ver... Hoje é para pôr a conversa em dias. Amanhã surpreendemos o grupo! ;-)

Vai ser altamente, eu a fazer surpresas, sou do melhor! E acreditem que não me estou a gabar...
Sabem o que me assusta mesmo?!
Um dia ficar tão sozinha, tão sozinha, que ninguém se aperceba que morri!
Disso tenho medo!

Pobrezinha daquela senhora. Nove anos e ninguém deu pela falta dela, à excepção daquela vizinha a quem a policia passou um "atestado" de demência, porque se preocupou... Esta coisas mexem comigo!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A surpresa das surpresas!

Hoje entrei no centro de estudos, onde trabalho... E achei-o estranhamente mais calmo do que o habitual. Mas também não é hábito eu trabalhar à terça, por isso, nem desconfiei! Entro na minha sala e ao abrir a porta, acendem-me as luzes e está escrito em letras  garrafais no quadro "SARA GOSTAMOS MUITO DE TI, MESMO QUANDO TE CHATEIAS!"


O que não vale chatearmo-nos à segunda-feira com a falta de responsabilidade deles. Depois são miminhos, atrás de miminhos! E eu gostei tanto!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

É isso e este blog já ter tido melhores dias


Mas prometo que melhores dias virão. Okis?!

dos meus lugares escuros!

Há sítios onde eu já estive e aos quais não quero voltar. Há coisas pelas quais passei e nem quero vislumbrar outra vez. E há coisas que se repetem e repetem, vezes e vezes sem conta. Que se passaram com outros antes de mim. Depois foi comigo. E isso, não as torna correctas! 

Hoje saí de casa para espairecer, pensei eu. Mas vi uma miúda, ser agredida verbalmente por um bando de outros miúdos, coisas que podem não ser ofensivas para os miúdos ditos normais, mas que ofendem e magoam, mesmo que aquela miúda nunca o diga. Porque eu já fui e ainda sou aquela miúda. Porque era eu a gozada por era e sou obesa. Há alguns anos atrás era eu, e eu não fiz nada... Tal como ela pensava que era normal, e que todos os miúdos passavam por aquilo. Depois cresci e percebi que afinal aquilo não era assim tão normal. 

E hoje apeteceu-me dizer aquela miúda que eu sei que aquilo não está correcto. Que ela vai sentir-se inferior. Diferente. Menos amada e menos merecedora de amor. Que lhe vai custar a adolescência, porque ela não se vai sentir igual. Mas que ela é tal e qual como os outros, digam o que disserem! Ela merece viver a vida da mesma maneira que eles. Mas não a posso enganar. A idade passa e vamos crescendo e não fica mais fácil. Continuam a existir olhares e bocas impiedosas. Continuam a existir momentos em que não nos sentimos iguais, mas sou, somos muito mais igual (iguais). 

Vá miúda, não te deixes abater. Isso passa porque tu mereces, e mereces ser feliz! Às vezes custa a acreditar, mas vais ser feliz! 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Apetecia! Apetecia-me tanto!


Pegar nas minhas pessoas. Fazer as malas. Mete-las no carro. E aproveitar esta semana de férias. Queria. Queria tanto!! 

Vidas

No sítio onde eu moro, e onde sempre quis morar, e onde desesperadamente pedi aos meus pais para morar logo a seguir ao Natal cumpre-se uma tradição, com mais de cem anos, dizem os mais antigos. A população sai à rua para honrar o  Menino (o Jesus, entenda-se), logo a seguir aos Reis. E este ano com as eleições, os Cortejos estenderam-se até Fevereiro. Cada rua, lugar, associação, escola organiza-se e arranja música, dança, e um tema mais ou menos polémico para levar os outros a pensar. 
Os cortejos é festa fora de época. É festa popular sem terem um santo. É motivo, para mesmo com o frio festejar. E, tal como vocês sabem eu não resisto a uma boa festa. E em miúda obrigava os meus pais a fazerem 20km por noite para ir aos ensaios, para participar! Eu achava tudo fantástico! E ainda acho! Deixei de participar... Mas não consigo deixar de ver! Nem de participar indirectamente, arranjei indumentárias a militares de palmo e meio, penteei cabelos, pus em práticas os meus melhores dotes de maquilhadora... E ainda me armei ao pingarelho enquanto fotógrafa! Estou cansada, exausta! Mas gostei, tanto! 

Mas não foi por isso que escrevi. Eu decidi escrever porque encontram-se imensas pessoas, nestes dias. E às vezes com quem não estamos o resto do ano. E hoje foi o caso... Encontrei duas pessoas que não via há uns cinco ou seis anos. Elas eram minhas "amigas". E quando as vi fiquei em êxtase. 
Encontrei-me com a V. e ela deu-me o abraço, pelo qual sempre a conheci... Falamos e rimos, como quando tínhamos quinze anos. Mas quando me preparava para despedir, depois de trocarmos números de telefone, ela apresenta-me o seu filho mais velho. E eu penso "mais velho?! isso pressupõe a existência de um mais novo. certo?!" E parece que sim está certo! Ela está grávida novamente. Ela parece feliz, mas também me pareceu demasiado "adulta" demasiado desiludida com a vida, demasiado cinzenta! 

O que me deixou a pensar. É que ela tem 22 anos. Ela sabia o que queria. Ela era como eu. 
E agora, hoje olhei para nós e percebi que pouco é aquilo que nos une, ou melhor. Já nada nos une. Ela trabalha, tem um marido, dois filhos, uma família para sustentar. Ela tem responsabilidades. Ela é adulta. Eu estudo e tento entrar no mercado de trabalho. Eu não me considero adulta a 100%, perdoem-me! Eu sou uma miúda, com responsabilidades, mas miúda! E ela apesar de ter mais ou menos a mesma idade que eu não é como eu! 

Não me venham com moralismos depois. Que a Pocket é esta e aquela. Eu não digo que eu sou melhor do que ela, nem que as minhas escolhas foram mais ou menos acertadas que as dela. Eu só acho que um pequeno desvio na nossa vida faz toda a diferença! E hoje pensei nisso. E a V. deixou-me a pensar nisso. 

:'-) ou :-'(

Não sei se feliz ou triste. Não sei que motivos levaram estas pequenas, pequeníssimas gotas e água a sair dos meus olhos. Não sei se feliz ou triste. Não se se estou satisfeita ou insatisfeita. Nunca pensei dizer isto... Mas cada vez me identifico menos com as pessoas com quem estou... Deve ser de mim, estou mais atenta, e menos tolerante.Ou mais desperta para o que dizem e com um capacidade maior de depreender coisas, onde elas existem ou não existem!
Saí de casa feliz e voltei triste! A noite correu bem... Ri-me. Estive nas bancadas. Despedi-me da minha escola de anos. Vi um jogo de andebol. Dedicaram-me um golo. Queimei-me e muitíssimo, com o meu quinto café do dia. Falei de filmes, de música. Chorei com uma música. E cantei outra aos berros. Fiz e desfiz  planos.
E termino assim a noite... Com uma sensação de vazio, de solidão...



Sinto-me perdida.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Isto é do tempo livre!


Há meses que não sabia o que era estar em casa a um sábado. E esta equação provocou-me uma sensação de saudade. Dos meus sábados, de um ou dois anos atrás. De quando sair não precisava de sítio... Onde o dia não era impedimento. Onde o tempo não era motivo... E pronto percebo que afinal o ser jovem dura realmente pouco! E de que nunca, nunca me canso dos meus amigos, nem do que eles significam apesar de já  só sermos miúdos inconsequentes às vezes...

Talvez! Talvez seja assim! Talvez! E reforço o TALVEZ haja verdade nisso!

Eu não lido bem com elogios. 
Não acredito nos elogios que me fazem... 
Se calhar sou dura demais comigo, quando devia ser dos outros...
Se calhar isso faz-me ter um reforço face os outros... face aos que me conhecem e aos que não permitam que me conheçam! 

Se calhar é defeito, se calhar é feitio! 

Não me deixar levar por elogios sem sentido, faz-me mais forte e mais perfeccionista! Ok! Pode não me deixar ver e ouvir os verdadeiros... Mas isso é um problema, de facto! Mas pronto... 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

big and little sis'

As big e little sis' cá de casa foram hoje às comprinhas! Por comprinhas, não se entenda andar a bater perna no shopping loja a cima e loja a baixo! Entende-se entrar no hipermercado durante duas horas a tentar encontrar a lista de compras que nos havia sido encomendada... Mas enquanto cumpríamos o nosso dever, dever assim, assim, porque isto é dever de mão, e nós não somos mães de ninguém, yet!


Mas prossigamos, que estou um bocadito aflita de tempo! Enquanto andávamos à caça das coisas para encher a despensa cá do sítio, falávamos de irmãs, e de irmãos, coisa que por cá não se sabe o que é, porque somos duas! E percebemos que das amigas da minha irmã, poucas são aquelas que mantêm uma relação como a nossa, que não é perfeita, mas é boa, é próxima, é companheira e confidente! A minha irmã acha que se deve ao facto de os meus pais nos terem criados como se fossemos uma, ou melhor gémeas, apesar de sermos o mais diferente fisicamente que possam imaginar... Mas eu acho que sem dúvida se deve aos meus pais, mas também ao facto de termos sempre feito tudo juntas! De dormirmos no mesmo quarto, de sairmos juntas, de sabermos que somos muito diferentes mas que não há ninguém que esteja lá mais rápido do que eu, ou ela. Acho que se deve ao facto de a que está na bancada, está a torcer pela que está a jogar! E do contrário! Trata-se do conforto, do respeito, e da cumplicidade. 
E será tão estranho ter uma relação assim?!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

E sabe tão bem!

Novo vício mas... é perfeitamente aceitável!

Durante este tempo, entenda-se, a época de exames... Estudar é algo até secundário, visto que tudo parece mais interessante do que abrir livros, lê-los... E os canais da cabo facilitam-me muito a vida! Principalmente os que me fornecem horas e horas de séries intermináveis.
E por isso deixei-me viciar na série que, ate aqui nunca me atacou... One Tree Hill. É fácil, simples de ver. Não exige grande atenção. E pronto nos próximos dias vou consumir doses exageradas de episódios...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E o homem da minha vida é... Vá são três!


Têm 10, 11 e 12 respectivamente.
São rapazes. E não gostam nada de estudar.
Eu que estou lá para os, básica e simplesmente, obrigar e ajudar a estudar, sou constantemente bafejada com frases, dignas de recordar, como:

- Sabes Sara, estás muito bonita! - diz o D.S.
- Eu gosto muito de te ver de vestido! - diz o J.
- Oh deixem-se de coisas que eu já lhe disse isso ontem... E para além disso vocês dizem que ela está bonita hoje, mas ela é linda todos, todos os dias! Não é Sara?! - diz sorridente o V

E eu com o meu maior sorriso, só lhes lembro que as expressões numéricas esperam por um; que os pronomes em inglês precisam de estar na ponta da língua do outro...E lembro ao V. que ele já sabe a cantiga toda para deixar as meninas felizes e caídinhas por ele, mas que eu só me derreterei por ele, no dia em que me escrever uma composição em inglês sem um único erro!

Alguém me explica como é que eles sabem isto tudo assim, desde o berço... E os personal pronouns são dignos de um grau de dificuldade extremo?! Mas agora entendo... É a isto que se chama alegria no trabalho!