quinta-feira, 29 de maio de 2014

baby-sitting de pandas... ora aí está uma boa solução

Pronto, parece que a solução é mesmo esta. Vou seguir o conselho do Primeiro e... baby-sitting de pandas, me aguarde que nunca viu profissional semelhante.

Caso haja mais interessados, informações aqui.

Possessiva compulsiva, me confesso!

Às vezes, quando sinto falta dos meus... E nisto dá-me uma vontade louca de os fechar numa caixinha, num bolso... de os fechar na minha mão. De os ter aqui. Aqui comigo. Sempre há mãozinha de semear!

Pronto sou possessiva, quando morro de saudades.
Sou possessiva, quando me sinto frágil.
Sou possessiva, quando acho que estou a perder.

[E quando acordo vejo que isto é muito mais no sentido figurado, e que ninguém repara nestes meus momentos de insanidade. Graças a Deus! ]

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como eu gosto "daquela fase" - A adolescência pontos a favor! :)




Por vários motivos, eu passo grande parte do meu tempo com pessoas de palmo e meio, que eventualmente, acabam por crescer e entrar "naquela fase", como diz uma pessoa que eu conheço.
Este"naquela fase" simboliza o que não deve ser dito. O período que não deve ser mencionado, o momento em que os pequenos anjos viram demónios... O momento em que saem da redoma dos bibes e das bonecas e passam a olhar-se ao espelho, a achar que o mundo está contra eles e no qual descobriram que a sua voz tem expressão, e abrem as goelas até mais não.
Eu até gosto deles nesta fase... ou melhor, nem desgosto de trabalhar com eles, assim. Neste momento, em que são são mais do que nunca barro. Barro a precisar e a pedir para que o ajudem a moldar, que os ajudem a criar. A crescer e a ser o que quiserem. Eu gosto! Isso não é fácil a maior parte das vezes, porque não o é. É altamente frustrante, sim senhor. Mas eu gosto!
Gosto dos momentos em que as brincadeiras dão lugar a conversas mais sérias, em que nos mostramos quem somos e  o que valemos. Gosto quando discutimos e nos chateamos. Gosto da rapidez quando tudo passa. Gosto da fragilidade e da verdade de um desculpa, de um "sei que agi mal". Gosto da disponibilidade e à vontade de um sms trocado, da rapidez com que se pega no telefone para falar: "porque eu sabia que tu me podias ajudar". Gosto dos momentos em que são pequenos outra vez e precisam de mimos. Gosto dos momentos em que tentam estravazar todos os limites e pensam que não os percebemos. Gosto do momento em que amuados cumprem um castigo. Gosto quando não lhes dou saída. Gosto dos abraços apertados, quando já são maiores do que eu. Gosto da fragilidade dos seus corpos que se derretem com um "pequeno" ataque de cócegas. Gosto quando me chamam, porque têm um problema, ou para contar o que mais ninguém sabe.
Eu gosto! Gosto tanto!! :)

O momento em que me torno BFF de uma teenager ou Afinal pareço mais nova do que sou!




Momento cómico-trágico do dia: Aquele momento em que partilho o mesmo verniz e uma pulseira da amizade com três miúdas de 14 anos. 
 
Resultado: Unhas pintadas de rosa vibrante e uma pulseira no pulso esquerdo em tons de rosa, verde, branco e amarelo [as cores favoritas de cada uma de nós.]

E é isto... volta e meia é preciso um bocadinho de magia!


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Semana de Cão

pronto esta é a definição mais correta para estes últimos 5 dias.

foram loucos, desorganizados, caóticos... muito por culpa minha. outra parte pelas circunstâncias.
outra porque eu sou muito boa sob tensão, sou muito boa a assumir e controlar tudo, sou muito boa a responsabilizar-me por tudo... sou muito boa a ficar noites sem dormir, a assegurar que aparece feito, dê por onde der... sonho ser meia super-heroína, metade mulher, metade divina... sou muito boa a sentir-me um caco.

basicamente, sou muito boa a auto-destruir-me.

basicamente, sou muito boa a esvaziar-me... a dar... a activar o modo de sobrevivência e logo se verá!
[só espero que compense. acredito que sim. ]

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Agendar o inagendável

às vezes gostava que o "ser feliz" tivesse data e hora marcada.
às vezes gostava de saber o que aí vem.
às vezes gostava de ser eu sem complexos nem sobre racionalizações...

mas não eu sou este misto de ser racional ó emocional.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Lisboa - a capital do Império

Em tom de brincadeira, ouvem-me dizer frequentemente que Lisboa - é a capital do Império. Tudo se passa lá. Se tiveres um assunto importante para tratar é lá que tens de te dirigir... Mas isto para lá da piada fácil, não tem piada nenhuma!
O facto de Portugal ser Lisboa e o resto é paisagem, não é justo para ninguém.
Nem para mim que estou no Porto, à procura de emprego; nem para os senhores que vivem no Interior e que para terem médico ao final de semana têm de fazer centenas de quilómetros.

Isto porque candidaturas de emprego... só em Lisboa!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Talvez não fosse má ideia

Quebrar com as amarras que nos prendem. Perder a cabeça e explodir. Mandar tudo ao ar. Dizer o que penso. Não levar desaforos para casa. Não ser tão preocupada... com o que não é preciso. Às vezes precisava de "bummm" mandar a tudo pelo ares.

Hoje não foi o dia! Mas não sei se tardará!

Acompanhamento musical da manhã

e o segredo é dar a volta


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Às vezes...

a penumbra surge devagarinho... bem devagarinho e instala-se.

Arre! Que isto tira-me do sério!

Ler esta notícia pela manhã fiquei com um nó na garganta, um nó no estômago e acima de tudo um nó no coração. Mexe-me esta indiferença, esta cegueira social... Este não ver porque me magoa. E os outros?! E eles os protagonistas, destas tristes estórias?! Estórias?! Vidas!! Isto é real. A D. Rosa é uma mulher de carne e osso, não é uma personagem cuja estória nos comove numa qualquer telenovela em horário nobre. 

É uma pessoa. É uma mulher. Como eu e tu merece respeito, dignidade, auxilio... merece ser tratada como pessoa.

terça-feira, 6 de maio de 2014


Pois não. Mas também muito poucos disseram que sabe tão bem vencer as dificuldades.


domingo, 4 de maio de 2014

momentos de lucidez

Dou-me cada vez mais conta de que sou uma ciumenta, insegura de um raio. Mas pronto. Logo se verá o que se  passa!