segunda-feira, 29 de abril de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Será bom
Diário
Seja o que for
Será bom.
É tudo.
Será bom.
É tudo.
"Dos Liquídos" Daniel Faria
Já tive a confiança de que assim seria... Agora tento fazer renascer a esperança de que assim será, porque sei no meu íntimo, apesar de tudo, que há a esperança de que seja o que for será bom.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Dúvida do dia
Seria eu boa atriz, ou uma boa mentirosa?!
Hoje quem me vir do lado direito vê-me "aparentemente" bem, já do avesso, está tudo em alvoroço!
Hoje quem me vir do lado direito vê-me "aparentemente" bem, já do avesso, está tudo em alvoroço!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Mumford & Sons [Só porque sou uma rapariga que gosta dos gostos das massas]
...And I will wait, I will wait for you...
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Sou muito garganeira, às vezes
Desatei a dizer que ah e tal hoje o sol nasceu comigo. Sabia lá eu... o que me estava reservado. Há com cada stress na vida!!
Momento cómico do dia
[Na sala de espera do Centro de Saúde, enquanto aguardava pela chamada para o tratamento]
Enfermeira 1: Gustavo Santos Pimenta - sala 2 - teste do pézinho.
Enfermeira 2: Sara Santos - sala 2- teste do pézinho
Enfermeira 2: Sara OB* - sala 2 - teste do pézinho, outro?!
Voz de fundo no intercomunicador: Não esta Sara é a da facada no coração.
Como distinguir pacientes num centro de saúde. Ah esta é a da facada no coração. A sorte é que me apanharam num dia de sol, caso contrário era motivo para ficar traumatizada para a vida.
Enfermeira 1: Gustavo Santos Pimenta - sala 2 - teste do pézinho.
Enfermeira 2: Sara Santos - sala 2- teste do pézinho
Enfermeira 2: Sara OB* - sala 2 - teste do pézinho, outro?!
Voz de fundo no intercomunicador: Não esta Sara é a da facada no coração.
Como distinguir pacientes num centro de saúde. Ah esta é a da facada no coração. A sorte é que me apanharam num dia de sol, caso contrário era motivo para ficar traumatizada para a vida.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Ela tem cabelos loiros e ele tem tesoiros
Ele e ela não são desconhecidos. Partilharam parte das suas vidas. Para ele, ela é a menina que viu crescer, mas que ainda não viu tornar mulher. Para ela ele é o amigo que é como irmão, que a levava para todo o lado, que era o abrigo seguro e que ainda o sente como tal.
Ela cresceu e ele não viu. Ele deixou de ser como um irmão e ela nem reparou.
Ele foi para a faculdade, ela aprendeu a ler e a escrever. Ele viajou o mundo e ela deixou as bonecas e descobriu o mundo nos livros e nas pessoas que a rodeavam. Ele veste-se de liberdade e independência, e ela sonha em abrir as suas asas e voar.
Como podem duas pessoas tão diferentes ser tão iguais. Como podem pessoas que partilharam fases da vida tão diferentes sentirem uma ligação quase misteriosa, profunda e íntima.
Ele reencontrou-a mulher, dona do seu nariz, com seguranças sustentadas no ar e com fragilidades sedimentadas. Ela viu-o cheio de realidade, com as cores das pessoas com vida e cheio de sonhos, pintados com a realidade que ela sonha para ela.
São iguais diferentes. Ele tem a realidade que ela quer. Ela a vivacidade que lhe deu ímpeto e que o leva a prosseguir com os sonhos sedimentados nas nuvens. Ambos são livres como as nuvens, gostam de pairar indiferentes ao país que sobrevoam, gostam de amanhecer na China e adormecer em áfrica.
São livres. São almas sem amarras nem rédeas. São espíritos que não se conseguem prender.
Mas se nenhum cria amarras, como se podem amarrar um ao outro ou ter a esperança de se amarrarem num futuro próximo.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Por que se diz " à boca pequena" se o problema está no facto de a boca ser grande de mais?!
Não gosto nada de boatos. Não entendo a sua razão de ser e surpreende-me a rapidez com que um diz-que-disse chega a todo o lado.
Segunda, fui submetida a um pequeno procedimento cirúrgico, para aliviar a pressão fruto de um quisto e da respectiva infecção que teimaram e teimam em não dar tréguas. O chato é que é um sítio visível, vou ficar com uma marca e vou ter de ser submetida a um novo procedimento daqui a uns meses um bocadinho mais invasivo do que este, e as dores teimam em não parar. Mesmo tendo estando pouquíssimas horas fora de casa na segunda-feira, dia do procedimento, e nos dias que se sucederam também, apenas para as idas ao tratamento para drenar e fazer curativos, já circula um zum-zum fenomenal em torno de um penso, será cancro?!, estará já em tratamento?!, será por isso que cortou o cabelo?! [Sim, eu tive a ideia de cortar o cabelo há uns dias.]
Relaxem os mais preocupados, não se trata de nada maligno. Não estando porém isenta de que tal me possa acontecer, tanto como a qualquer outro ser humano.
Escusado era preocuparem os meus amigos e a minha família. Que dado tratar-se de um tratamento "quase" de menor não foram devidamente alertados para a minha "quase" morte então dado os últimos comentários que ouviram resolveram não me "desamparar a loja", isto é, não param de ligar, de perguntar se estou bem, se preciso de alguma coisa, se apanhar ajuda, de procurar tratamentos alternativos e que me façam sofrer menos... Eu acho que a solução seria trocar de enfermeira que faz de cada tratamento um sessão de tortura, mas como o que tem de ser tem muita força!, como diz a minha adorada mãe. O segredo não é não ter medo, ou não ter dores, é saber aguentá-las para transmitir confiança aos outros.
Afinal de contas, podem dizer à boca grande que se trata de uma coisita de nada, sem grande importância, sff.
Aqui a gerência agradece.
[Agora, toca a ir para o odioso tratamento, que a enfermeira da tortura está à espera!]
Segunda, fui submetida a um pequeno procedimento cirúrgico, para aliviar a pressão fruto de um quisto e da respectiva infecção que teimaram e teimam em não dar tréguas. O chato é que é um sítio visível, vou ficar com uma marca e vou ter de ser submetida a um novo procedimento daqui a uns meses um bocadinho mais invasivo do que este, e as dores teimam em não parar. Mesmo tendo estando pouquíssimas horas fora de casa na segunda-feira, dia do procedimento, e nos dias que se sucederam também, apenas para as idas ao tratamento para drenar e fazer curativos, já circula um zum-zum fenomenal em torno de um penso, será cancro?!, estará já em tratamento?!, será por isso que cortou o cabelo?! [Sim, eu tive a ideia de cortar o cabelo há uns dias.]
Relaxem os mais preocupados, não se trata de nada maligno. Não estando porém isenta de que tal me possa acontecer, tanto como a qualquer outro ser humano.
Escusado era preocuparem os meus amigos e a minha família. Que dado tratar-se de um tratamento "quase" de menor não foram devidamente alertados para a minha "quase" morte então dado os últimos comentários que ouviram resolveram não me "desamparar a loja", isto é, não param de ligar, de perguntar se estou bem, se preciso de alguma coisa, se apanhar ajuda, de procurar tratamentos alternativos e que me façam sofrer menos... Eu acho que a solução seria trocar de enfermeira que faz de cada tratamento um sessão de tortura, mas como o que tem de ser tem muita força!, como diz a minha adorada mãe. O segredo não é não ter medo, ou não ter dores, é saber aguentá-las para transmitir confiança aos outros.
Afinal de contas, podem dizer à boca grande que se trata de uma coisita de nada, sem grande importância, sff.
Aqui a gerência agradece.
[Agora, toca a ir para o odioso tratamento, que a enfermeira da tortura está à espera!]
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Como tornar os 24 anos em 84?
Dizer que tenho um dreno no peito. Que tenho um conjunto de sessões de tratamento marcadas até à próxima semana...o que faz um "pequeno" quisto (9,5 cm) às pessoas.
Pronto, é oficial. Estou a envelhecer!
Pronto, é oficial. Estou a envelhecer!
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