quinta-feira, 31 de março de 2011

"Gostei de gostar de ti"

Ah?!
Como?!
Perdão?!
Mas isto é lá coisa que se diga a alguém!?

Mas eu ouvi! Acabei de ouvir! E estou incrédula! A sorte é que a conversa não é comigo, porque senão íamos ter problemas.

Isto é o que dá as pessoas terem conversas deste género no multibanco... Oh my God!

quarta-feira, 30 de março de 2011

"Oh menina faxabore!"

Tenho uma coordenadora que deve andar a "snifar" umas linhas, dado o seu grau de insensatez!
Tenho uma directora que deve andar a beber uns grandes copos com grande frequência.
Tenho uns amigos, que já bebiam água, que me dava muito jeito!

Se não for pedir muito, gostava de ter pessoas mais equilibradas na minha vida. Eu gostar até gosto destas, mas às vezes são tão complicadinhos...

terça-feira, 29 de março de 2011

Por pouco, por muito pouco... Mas ainda chego a tempo!

Eu não sou de muitos amigos. Não sou de muitos abraços e beijos. Não sou de expansividades.
Sou das pessoas que gosto e das que gostam de mim.  Dos que me aturam as manias, e os ais. E dos que me aliviam a ansiedade e os medos. Sou dos que me preocupo. E sou dos que comigo se preocupam.
Estejam à muito ou à pouco na minha vida. São as minhas pessoas. E eu gosto e protejo e cuido.

Isto. Porque a T. hoje faz anos. E não a conheço há muito. Conheço há pouco, até. Mas não é por isso que deixo de já ter cá um cantinho especial para ela. Porque há qualquer coisa nela que me faz sentir bem à sua beira. Há qualquer coisa de especial que a coloca no pedestal, onde estão as pessoas de quem gosto.

Parabéns T.!

segunda-feira, 28 de março de 2011

E ontem foi dia Mundial do Teatro

Porque sou eu! Porque define-me e não me canso de o dizer... porque quanto e quanto mais me identifico com ele


"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

José Régio 

sábado, 26 de março de 2011

Leva-me Mad'inha leva-me!


Acorda uma pessoa, ainda meia embalada pelo sono, com um telefonema da "afilhada mais rica e mais linda deste mundo", entenda-se a minha. A dizer no seu português rápido e muito pouco seguro do topo dos seus três anos.

" Leva-me Mad'inha! Leva-me!"
Eu só queria perceber onde, é que ela queria ir com tanta rapidez e alegria a um sábado de manhã?!
" Pós teus meninos...Eu vou ensinar eles e depois brincar! E dar miminhos e também ralhar se fizerem asneiras"

A minha Marie sabe-a toda! Ralha e dá miminhos! Muito querida a minha menina, não é?! É!

Não chega

Não chega ser quem sou!
Não chega quem quero ser!
Não chega o que faço! 
Não chegam as horas do meu dia!
Não me chegam as pessoas! 
Não me chega a luz do dia! 
Não me chega nada do que tenho!

E depois dou por mim a pensar se de facto tenho algo! Há o vazio. Há a tristeza. Há a certeza de estar sozinha. Há pouco espaço para seja o que for. Mas mesmo assim ainda parece tanto! 

quarta-feira, 23 de março de 2011

Estou descompensada! E queria algo bom! Extraordinariamente bom e que faça mal! Mas podiam perfeitamente ser bolachas destas que não me importava NA-DA!!!


É isso e só agora reparar que escrevi tudo no título. Mas não faz mal! É apenas ridículo!

Ninguém me manda

Ingerir doses industriais de cafeína.
É que depois despertinha estou eu. Mas já sem paciência, nem concentração nenhuma para fazer o que tenho de fazer!

Ai que vida a minha!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Procuram-se


Sapatos vermelhos de salto alto! Com muita, muita urgência!
Alguém sabe onde os posso encontrar?!

Há sempre uma primeira vez para se fazer um apelo deste género na blogosfera.
Ando a precisar de estar sozinha.
Mas quando estou sozinha não me recomendo.
Ando sensível e inflexível.
Ando sem paciência para pessoas.
Estou na mó de baixo e nem sei bem porquê!

Mas hoje pelo menos há sol e ele ajuda a pôr um sorriso na cara.

domingo, 20 de março de 2011

O que eu gosto...


Nunca pensei que fosse tão complicado agregar tudo o que gosto. Mas estou quase no bom caminho... Acho eu!

Para a semana que se avizinha...

Só quero uma coisa. Que seja normalzinha! Porque para precipitada, terrorífica e assustadora já me chegou a que agora chega ao fim.
 
Que amanhã os miúdos estejam barulhentos, alegres e cheios de vida como de costume. Que a faculdade seja um local de graças e gargalhada. E que aprenda qualquer coisinha de muito útil. E que amanhã não tenha de aturar coordenadores e delegados e patrões mal-humorados. E se faz favor, também me dava jeito que a reunião das 18h terminasse mais tardar às 19h, porque dava-me mesmo muito jeito ir às aulinhas depois dela. 

E se fosse possível gostava de conseguir adormecer no preciso instante em que mergulha-se em "Vale de Lençóis" 

Obrigada, a gerência agradece

quarta-feira, 16 de março de 2011

Do sítio de onde eu venho

De onde eu venho, as pessoas são iguais. Não iguais, como se de fotocópias se tratassem, todos bonitinhos e alinhados.
As pessoas têm diferentes formas e feitios; cores e credos; princípios e valores. Uma pessoa aqui, ou no cantinho mais recôndito e escondido do mundo valem o mesmo. Independentemente dos capitais que possuam. Que eu saiba a Declaração Universal dos Direitos Humanos não foi escrito para uma minoria, escolarizada, economicamente satisfeita, e de bem com a vida. A Declaração Universal é para todos e para cada um de nós. 
Cada um tem dignidade, e merece ser respeitado pelo que é, pela profissão que tem, pelo que faz pela sua sociedade. 

Eu cresci a achar que esta se tratava de uma verdade absoluta. Que ninguém poderia colocar estes princípios em causa. Mas enganei-me... pelos vistos enganei-me! Pelos vistos, as pessoas só valem pelo que aparentam ser. Se num dia, são as pessoas responsáveis pelo registo que tanto jeitinho lhes dava, são as maiores, se no outro dia, a desempenhar uma outra função qualquer podem ser espezinhadas, calcadas e insultadas. 

Há coisas que a mim me fazem muita impressão. Fazem-me espécie, como diria alguém meu conhecido. 



Coisas de 'miguinhos


O meu amiguinho foi de viagem. E cruzou-se antes do seu embarque rumo a Roma, com a equipa do Sporting de Braga e que decide fazer?! Procurar o Hugo Viana  para fazer inveja aqui à menina. A sorte é que se seguiu uma mms super querida.
E eu apenas o incumbi de lhe dar beijinhos e abraços. Resta saber se o D. o cumpriu!


Mas não me parece...

terça-feira, 15 de março de 2011

Eu nunca fui muito boa com as decisões.
As coisas que quis foram surgindo, quase sem dar por elas. E as grandes decisões [pensava eu que eram...] nunca aconteceram como planeei!
Sou indecisa. Sou insegura. Mas não sou parva. Sei o que quero, mas petrifico em pensamentos, e hipóteses e conjunturas que só eu compreendo.
Hoje. Nada disso me abala.
Tenho uma qualquer calma interior, que me deixa incapaz de enervar, stressar, ou "panicar"
Não sei o que vou fazer.... Mas o medo, a insegurança não me estão a abalar!

E não é que até estou a gostar da situação!
Não sei se me renderei de vez às tendências zen. Podem ser momentanêas mas mesmo assim... é bom de vez em quando ter uma certa paz interior, para variar!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Malfadada (versão 2011)


Domingo foi ao ar o ventilador. Ir ao ar é uma expressão recatada para dizer incendiar.
Segunda o secador do cabelo deixou de funcionar miraculosamente!
Terça comportei-me como uma senhora e não estraguei nada! Pelo menos de que tenha conhecimento.
Quarta estraguei duas fechaduras. Como? Não perguntem, nem eu sei! O sr que veio lá arranjar aquilo diz que forcei as duas fechaduras com as chaves erradas... Mas eu acho que não! Estou até bastante segura disso...
Hoje uma lâmpada explode, quando carrego no interruptor.

Balanço final: Meia casa destruída mas eu sem um único arranhão.


* a propósito recordar a Malfadada versão 2009

terça-feira, 8 de março de 2011

Há problemas cá em casa


Se há coisa que eu e a minha mãe é problemas em relação ao "meu gosto" E como quem diz se o gosto é meu, ninguém devia ter nada a ver com isso. Mas não!
Eu adoro sabrinas, ou as bailarinas, como muitos lhes chamam. Eu já devo ter tido, sem dúvida dezenas de modelos e feitios diferentes. Já tive umas amarelas. Outras cor-de-rosa. Umas que tinham um laço lindo em cima. Umas às bolinhas. Umas castanhas. Umas com brilhantes. Outras com duas ou três cores, muito pouco discretas, mas que eu adorei e andei que me fartei.
Se há coisa de que posso dizer que gosto são sabrinas e malas. Gosto mesmo. E perco a cabeça. Mas a minha mãe não me entende... Diz que pareço uma "pata". E poderá ter razão, não nego. Mas eu gosto tanto.
Não há saltos que me conquistem, quando tenho umas sabrinas ao lado... Será defeito ou feitio?!.... Resta saber!
O certo é que estou sob um ultimato, sabrinas não entram mais cá em casa!
Diz a senhora minha mãe, e eu para já tenciono respeitar, mas... Não sei até quando! Por isso não prometo nada...

segunda-feira, 7 de março de 2011

E a pergunta da noite é...

Mas de que estás mascarada?!

Eu?! Que achas?!

E assim cada um pode contribuir com a sua imaginação para a minha fatiota... que de Carnaval tem pouco mas... shhiiiu não digam nada! Se não as minhas amigas, ainda se chateiam!

sábado, 5 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011


Eu em miúda nunca liguei nenhuma ao Carnaval! Achava assim uma certa graça e passou! Depois nem ligava muito. Mas na adolescência, fruto das amigas de então... Passei a venerar! Sim, A.B. foste tu a responsável! E o teatro também! A ideia de ser quem não sou. Misturada com as personagens que quis viver, deram o mote. Mas nos últimos anos, tinha esmorecido esta ideia. Mas este ano, logo este ano, que vou andar feita maluquinha a recensear a população... Estou com uma vontade enorme de fazer algo! Mas algo em grande! Que envolva máscaras, amigos, noite até de manhã...
Vá se lá entender, estas vontades!

Coisas que eu preferia não ouvir - parte 2

Depois disto, a Bia achou que me devia dizer isto:
- O meu pai é giro, não achas? Eu acho!
Eu finjo não perceber o que diz, mas ela continua.
- Tu ficavas bem com o meu pai, sabias?!
Eu arrumo incessantemente o que já estava arrumado à dias, e nem respondo.
- Tu achas-lo velho? É isso? 

Depois disto, não pude deixar de responder, com uma velha moral da história, de que não se escolhe de quem se gosta. que ninguém é obrigado a gostar de ninguém. E que o coração tem motivações que a razão desconhece. E pardais ao ninho.

Mas ela não me pareceu convencida! Oh  my God será que ela ainda vai andar com esta história por muito tempo?!

Viciadinha #2

E hoje já se contam no mínimo umas 50 vezes...

terça-feira, 1 de março de 2011