As pessoas têm diferentes formas e feitios; cores e credos; princípios e valores. Uma pessoa aqui, ou no cantinho mais recôndito e escondido do mundo valem o mesmo. Independentemente dos capitais que possuam. Que eu saiba a Declaração Universal dos Direitos Humanos não foi escrito para uma minoria, escolarizada, economicamente satisfeita, e de bem com a vida. A Declaração Universal é para todos e para cada um de nós.
Cada um tem dignidade, e merece ser respeitado pelo que é, pela profissão que tem, pelo que faz pela sua sociedade.
Eu cresci a achar que esta se tratava de uma verdade absoluta. Que ninguém poderia colocar estes princípios em causa. Mas enganei-me... pelos vistos enganei-me! Pelos vistos, as pessoas só valem pelo que aparentam ser. Se num dia, são as pessoas responsáveis pelo registo que tanto jeitinho lhes dava, são as maiores, se no outro dia, a desempenhar uma outra função qualquer podem ser espezinhadas, calcadas e insultadas.
Há coisas que a mim me fazem muita impressão. Fazem-me espécie, como diria alguém meu conhecido.
Assim é que é pensar normal ..
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