Depois disto, a Bia achou que me devia dizer isto:
- O meu pai é giro, não achas? Eu acho!
Eu finjo não perceber o que diz, mas ela continua.
- Tu ficavas bem com o meu pai, sabias?!
Eu arrumo incessantemente o que já estava arrumado à dias, e nem respondo.
- Tu achas-lo velho? É isso?
Depois disto, não pude deixar de responder, com uma velha moral da história, de que não se escolhe de quem se gosta. que ninguém é obrigado a gostar de ninguém. E que o coração tem motivações que a razão desconhece. E pardais ao ninho.
Mas ela não me pareceu convencida! Oh my God será que ela ainda vai andar com esta história por muito tempo?!
Uma vez, um psicólogo meu conhecido disse que o remédio para tudo é o tempo...
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