Eu nunca fui boa no que diz respeito à auto-avaliação.
Fui melhorando, vou melhorando. Fez e faz parte do conhecimento, essa palavra de que gosto tanto.
E como diz um amigo meu, conhecer não é só conhecer os outros, é conseguir ler os outros quando nós estamos também no contexto. Quer dizer... este amigo, não é bem, um amigo. É uma espécie de grilo falante que acompanha a minha vida mesmo não estando presente.
Eu deveria saber isso. Certo?
Eu estudo isso.
Eu supostamente deveria saber que nós só nos conhecemos no relacionar com o outro.
As diversas dimensões da nossa vida só adquirem sentido, significado quando vividas em sociedade. Esta sociedade que eu defendo, como refúgio dos desprotegidos. Como lugar de trocas, de espaço de intercâmbio e de melhoria. Este lugar que se quer de progresso. Este lugar onde não há perfeições, mas onde há espaço para crescer e aperfeiçoar cada momento. Onde a diferença é mais valia.
Eu não me devia preocupar com o que pensam. Mas preocupo-me e penso.
Eu penso em tudo. No que eu penso. No que eles pensam. E no que eu penso, que eles pensam.
Acompanharam?! Basicamente nunca estou sozinha.
Basicamente sou eu e outros 30 na minha pobre cabecinha.
Posto isto, e acham mesmo que dar-me como conselho: Vive a vida, simplesmente.
Funciona, ou funcionará para mim?!
Não. Sou tresloucada de mais.
* Que é como quem diz. Já não sei o que queria dizer com isto mas postei na mesma.
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