terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Estranho (auto) conhecimento ...*



Eu nunca fui boa no que diz respeito à auto-avaliação. 
Fui melhorando, vou melhorando. Fez e faz parte do conhecimento, essa palavra de que gosto tanto. 
E como diz um amigo meu, conhecer não é só conhecer os outros, é conseguir ler os outros quando nós estamos também no contexto. Quer dizer... este amigo, não é bem, um amigo. É uma espécie de grilo falante que acompanha a minha vida mesmo não estando presente. 
Eu deveria saber isso. Certo?
Eu estudo isso.
Eu supostamente deveria saber que nós só nos conhecemos no relacionar com o outro. 
As diversas dimensões da nossa vida só adquirem sentido, significado quando vividas em sociedade. Esta sociedade que eu defendo, como refúgio dos desprotegidos. Como lugar de trocas, de espaço de intercâmbio e de melhoria. Este lugar que se quer de progresso. Este lugar onde não há perfeições, mas onde há espaço para crescer e aperfeiçoar cada momento. Onde a diferença é mais valia. 
Eu não me devia preocupar com o que pensam. Mas preocupo-me e penso. 
Eu penso em tudo. No que eu penso. No que eles pensam. E no que eu penso, que eles pensam. 
Acompanharam?! Basicamente nunca estou sozinha. 
Basicamente sou eu e outros 30 na minha pobre cabecinha. 

Posto isto, e acham mesmo que dar-me como conselho: Vive a vida, simplesmente. 
Funciona, ou funcionará para mim?! 
Não. Sou tresloucada de mais. 



* Que é como quem diz. Já não sei o que queria dizer com isto mas postei na mesma. 

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