
Mais um fim-de-semana passou.
Coisa que me deixa triste.
Sim. Sinceramente.
Eu adoro o fim-de-semana. Adoro o espírito.
São uma espécie de férias, mas mais curtas.
Sexta-feira. O cafezinho do costume, a conversa boa, as brincadeiras parvas, o regresso a casa demorado, os assaltos às garrafeiras dos papás, mas shiiiuuu não contem a ninguém.
Sábado. A loucura instala-se, depois de uma tarde santa. Santa, porque fazer catequese é uma coisa sagrada! Não acham?! Pois mas segue-se o jantar tardio na tasquinha do costume, o corre-corre para chegar a tempo do jantar. O lufa-lufa para encontrarmos o pessoal todo. A escolha, nem sempre acertada, para a próxima paragem. O joga-conversa-fora. Dançar e passear. O frio e o calor! As dores nos pés. A passagem "quase" obrigatória para tomar o pequeno-almoço. A paragem mais do que óbvia no "Piolho", que tantos estudantes da belissíma cidade do Porto acompanha diária e nocturnamente, nas suas jornadas de estudo, obviamente!
Domingo. Deitar cedo e acordar tarde é a definição perfeita do que se passou e passa em cada final de semana. Almoço em família. Os filmes para toda a família na tv, que se repetem vezes sem conta no ecrã. Uma seca! Mas é perfeita para recuperar energias e baterias e paz de alma!
[Este será provavelmente o post mais sem sentido que escrevi aqui no sótão!]
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