Eu tenho a mania da perfeição. Nada menos, nem nada mais. Não gosto das linhas perfeitamente direitas, gosto do pequeno declive que a torna realizável pela mão humana. Eu não sou do 100%, gosto do 120%.
Mas, às vezes, não é preciso o perfeito. às vezes não é preciso serem os mesmos do costume. Às vezes é, simplesmente, necessário o não ter controlo sobre as coisas e deixar correr, deixar fluir. Rir a bandeiras despregadas. Falar alto. Rir e rir. Fazer asneiras. Às vezes e bom ser hoje.
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