Não é na cabeça.
Nem é bem no coração.
É assim estranho e meio confuso.
É um aperto que me prende o peito e a garganta que me aproxima os braços.
Melhor, que os impedem de abrir.
Mesmo quando estou segura do que tenho pela frente, não o consigo impedir.
E se o que temos agora é tão bom, por quê estragar?
Não entendo. Parece-me que precipitamos decisões e definições, para lá do desejado.
Parece-me que de facto um não é extremamente complicado de dizer.
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