quinta-feira, 12 de julho de 2012

E voltamos há roda-viva.
Mais uma noite nas Urgências do Hospital.
Da 1.30h às 8.40h.
Correria. Aperto no coração. Ânsia. Medo. Frio.
E um fim de aniversário um tanto ou quanto sobressaltado.
Mais um pequeno AVC, num cérebro cheio de rastos deles. Num cérebro torturado pela demência. Caramba. Já chega. Por favor, já chega! São pequenos, eu sei. Mas uns em cima dos outros. Foram quase 2 dezenas em quatro anos. Eu quero-a viva. Quero muito. Mas quero-a com a qualidade de vida que merece, mesmo que não saiba o meu nome, que não saiba se é Inverno ou Verão. Quero que continue a responder que a chamo. Quero que continue a chamar-me menina, por muito, por mais algum tempo.

Agora vou até ali ver se durmo.

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