Sabem... Eu sempre me achei a miúda medrosa, insegura e um nadinha incapaz.
Não que me achassem assim, mas eu via-me, sentia-me e vivia assim. Enclausurada no deve ser, no tem de ser. Da redoma onde eu própria me fechava, pouco sobra hoje em dia. Permanecem os momentos de hesitação, mas ao invés de me bloquearem e fecharem... Não. Não passam de períodos menos profícuo, onde o copo está menos cheio. Mas eventualmente, depois de uma conversa, ou de uma noite de sono mudo de perspectiva e o copo acorda meio cheio, novamente.
Hoje é um desses dias. O copo não está cheio, está meio cheio. Mas feliz por estar assim.
Obrigada, por isso... Não me deixas agradecer-te, nem mais uma vez tudo o que fazes por mim. Mas eu agradeço-o aqui, no meu sótão, como se o pudessem ler... E se calhar podes. Obrigada por me permitires abrir as asas e voar, mesmo quando o chão parece longe e duro demais para aterrar e não estou segura de que o consiga.
Obrigada por acreditares em mim!
Obrigada.
E desta eu juro que paro de agradecer.
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